Black Pearl


Domingo , 17 de Abril


Ei

Cara meu gato ta com um buraco enorme no pescoso e tava cheio d bichu quandu eu pus remedio os bichos começaram a cair ........foi a coisa mais nogenta q eu ja vi na minha vida......Bom ultimamente eu num tenhu feito nada so estou participandu d um grupo d anime pelo menos isso pra me alegrar.......hahahaha....Nossa o anime mais doido q ta tendu HELLSING o arucard é fera.....Meu niver ta chegandu............16 aninhus......aiaiai.....sera q vou ganhar presente

Escrito por Ana Paula às 08h54 AM
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Domingo , 30 de Janeiro


AE essas coisas ai eu tirei do site http://www.geocities.com/CapitolHill/Lobby/3526/index.html mui bom pra gent como nois

Escrito por Ana Paula às 10h14 AM
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Anarquismo na Espanha

Este foi o único país do mundo no qual as idéias de Bakunin se concretizaram tornando-se um poder real. Foi lá inclusive, que o anarco-sindicalismo alcançou seu apogeu.

A história de sofrimento das massas populares espanholas é anterior a chegada de Fanelli, precursor persuasivo e expressivo de tal doutrina tão brava, calorosa e criativa.

Por volta de 1840 o parlamento espanhol provocou uma grande revolução ao confirmar o desapropriamento das terras de pequenos fazendeiros, para dá-las à ricos cidadãos das cidades. Para se defender desta injustiça os camponeses se armaram e se defenderam como puderam. A "nova classe de fazendeiros" desenvolveu um pequeno exército de ocupação das terras, iniciando uma interminável guerra entre guerrilhas.

Assim, os camponeses seguiram um "ritual" quase que pré-programado. Eles mataram os guardas, sequestraram padres e funcionários, incendiaram igrejas, queimaram registros cadastrais e contratos de arrendamentos, aboliram o dinheiro, declararam sua independência em relação ao Estado, proclamaram comunas livres e exploraram coletivamente a terra. Porém, tudo isso ocorreu anos antes do surgimento das idéias libertárias.

Em 1845, um discípulo de Proudhon, Ramón de La Sagra, fundou em Coruña o jornal El Provenir que, apesar de ter sido fechado imediatamente pelas autoridades pode ser considerado o primeiro periódico anarquista.

Isolada da Europa e com características ao mesmo revolucionárias e conservadoras a Espanha produziu um poderoso movimento anarquista.

Antes do aparecimento dos bakunistas houve várias greves e tumultos em diversas regiões da Espanha. Em setembro de 1868 a rainha Isabelle foi forçada a se exilar quando começou imediatamente a história do ouro e do anarquismo espanhol. Em outubro desse ano, aproveitando a agitação geral, Fanelli espalhou entre os jovens intelectuais e operários as idéias antiautoritárias defendidas na I Internacional. Quase todos, imediatamente aderiram ao movimento, aparecendo os primeiros jornais relatando as primeiras seções da Internacional. Em 1870 foi fundada a Federação Espanhola da Internacional e dois anos mais tarde, apesar das pressões do genro de Marx, os anarquistas descentralizaram as sessões locais, que ganharam total autonomia e criaram um escritório central, apenas com o intuito de fazer correspondências e estatísticas.

Depois da curta e infeliz presidência do federalista Pi y Margall, sem a participação dos anarquistas, o exército tomou o poder e suspendeu a Federação Espanhola da Internacional, prendeu os anarquistas, obrigando-os a se exilarem. Porém os anarquistas continuaram na clandestinidade, atuando com relativo sucesso.

Em 1878, com a tentativa de assassinato do rei Afonso XII a repressão contra-atacou com violência, gerando greves. Quatro anos mais tarde um governo mais liberal legalizou as corporações de operários e liberou a organização Internacional Espanhola. Mesmo assim, a violência adotada por alguns grupos de anarquistas levou-os novamente à clandestinidade um ano depois. Ao mesmo tempo, os anarquistas espanhóis se dividiram entre anarco-comunistas e coletivistas (adeptos de Bakunin).

Anos mais tarde, os anarquistas tomaram a CNT- Confederação Nacional do Trabalho- e evitaram a formação de uma burocracia permanente dentro desta.

Em 1924, depois de muitos incidentes e participações nos movimentos operários de toda a Europa, a CNT foi dissolvida por ordem de Primo de Rivera.

Em 1927, em Valência, representantes de diversos grupos anarquistas se uniram e fundaram a FAI- Federação Anarquista Ibérica- sendo uma organização clandestina e destinada à preparação de revoluções.

Com a queda de Primo Rivera, em 1930, todos os grupos políticos, inclusive os anarquistas passaram a brigar pela república. Mesmo com a conquista desta, os anarquistas continuaram com as greves e reivindicações radicais, deixando bem claro o que pretendiam. Sob o comando da FAI, eles fizeram ma série de atentados, saquearam igrejas e redistribuíram terras, provocando uma verdadeira reforma agrária.

Em maio de 1936, Duruti e Garcia Oliver participaram de um congresso e Saragoza, onde se recusaram a atuar junto aos socialistas, deixando a Espanha em um estado de expectativa e agitação. Com a revolta dos generais em julho de 1936 estourou a guerra civil. Três anos depois, a Espanha caiu sob a tutela de Francisco Franco.

O problema dos anarquistas espanhóis é que eles não podiam se manter fiéis à sua doutrina, ao mesmo tempo que participavam de uma guerra e uma constante luta pelo poder.

Por outro lado, eles podiam acrescentar à sua honra uma extraordinária experiência na guerra civil, tendo praticado com muito sucesso a coletivização dos meios de produção e realizando na prática a autogestão espanhola.

Escrito por Ana Paula às 10h13 AM
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Anarquismo na Itália

Os sucessores de Malatesta, assistiram pasmados ao enfraquecimento do anarquismo italiano depois da Segunda Guerra Mundial. Depois do fracasso da reconstrução da USI- União Sindical Italiana- as discuções passaram a ser apenas de nível ideológico. O tradicional humanismo anarquista influenciou e organizou os anarquistas só em relação à suas preocupações quanto as perdas do anarco-sindicalismo, que estava perdendo espaço na organização dos trabalhadores, para o reformismo. Este reformismo foi marcado por lutas dispersas sem nenhum conteúdo radical ou realmente revolucionário.

Pouco antes do ano de 1965, os antarquistas italianos fundaram a FAI- Federação Anarquista Italiana-, que tentou fazer um pacto de federações com os humanitaristas, anarco-comunistas e os sindicalistas. Em 1968 a FAI sofreu divisões internas, das quais saíram os Grupos de Iniciativa Anárquica- GIA-, que eram pequenos grupos pacifístas, que defendiam a autonomia pessoal e era contra qualquer participação nos órgãos do sistema, inclusive nos sindicatos.

Outra divisão gerou os GAF- Grupos Anarquistas Federados-, que duraram até 1971 e tentaram criar uma "base teórica para os grupos de afinidade".

Outra corrente formada destas cisões foi a dos comunistas libertários ou anarco-comunistas que tinham com plataforma a organização elaborada pelos russos exilados na França. Aliados a outros grupos anarco-comunistas, formados fora da FAI eles formaram núcleos de defesa sindical em cidades e fábricas.

Os anarco-sindicalistas são até hoje fortes na região da Toscana e trabalham para reconstruir uma oposição sindical revolucionária dentro dos sindicatos considerados reformistas.

A ascensão destas correntes da FAI foi em 1977, com o movimento estudantil. Eles defenderam a autonomia nas fábricas e escolas, apoiaram o feminismo, os grevistas e os marginalizados em geral: presos, homossexuais, ecologistas, etc.. Em setembro deste mesmo ano se reuniram mais de 40.000 jovens em um congresso em Bolonha. Eles dormiram em praças, comeram através das cooperativas agrárias, levaram jogos e esportes por toda a cidade e denunciaram a violência policial.

Desde o século passado que a Itália tem características muito particulares quanto aos seus movimentos libertários. O primeiro periódico italiano, o "II Proletário" era prodhoniano, apesar deste ter pouca influência posteriormente. Mas um dos líderes do "Rissorgimento", Carlos Pisacane, foi quem difundiu as idéias e teorias de Proudhon, tendo nitidamente um caráter libertário.

A Fraternidade Internacional de Bakunin marcou simultaneamente o surgimento do anarquismo na Itália e seu internacionalismo. Seu primeiros camaradas foram Guiseppe Fanelli, veterano francês de 1848, sendo quem praticamente fez nascer o anarquismo na Espanha, já que foi o representante da ala antiautoritária da I Internacional; Severino Friscia, médico homeopata de grande importância na Fraternidade; Carlos Gambuzzi, advogado íntimo de Bakunin, fiel colaborador e amante da mulher deste; e Alberto Tucci, um napolitano membro da cúpula internacional da Fraternidade.

Apartir de 1869, o anarquismo passou a influenciar muito a Itália, no início apenas no centro e mais tarde por toda a península. Em 1871 houve a adesão de muitos membros, entre eles Malatesta, Carlo Cafiero, Carmello Palladino, todos com mais ou menos 20 anos e com grande disposição libertária. Com o crescimento da Internacional, Bakunin teve maior apoio contra Marx e Angels. O maior centro anarquista foi a Romagna, sobre a regência de Andréa Costa.

Em 1873, o governo reprimiu e prendeu muitos membros de um congresso em Bolonha. Durante o ano seguinte os internacionalistas contaram com 30.000 membros da causa. Dois anos depois Carlos Cafiero e Malatesta partiram para o campo aberto propondo a "propaganda pela ação" como tática para os anarquistas de todo o mundo. Esta doutrina dominou os atos anarquistas europeus até 1890. Conforme explicitou Andréa Costa a ação violenta era necessário no país para iluminar o novo ideal entre os velhos camaradas que já estavam desanimados. Eles criaram organizações secretas e revoltas violentas em vários locais, mas todas fracassaram. Isto resultou em muitas prisões que acabaram cessando o anarquismo apesar da simpatia popular para com este movimento, principalmente no reinado Vittorio Emanuele.

Aos poucos os italianos esqueceram o coletivismo de Bakunin e passam ao anarco-comunismo. Ao mesmo tempo começaram os atos de violência: um cozinheiro tentou espancar o novo Rei Umberto; no dia seguinte uma bomba matou quatro pessoas num cortejo real em Florença; dois dias mais tarde outra bomba foi detonada em Piza. Neste mesmo ano, 1878, intensificaram-se os atentados, mortes e prisões anarquistas.

Andrea Costa abandonou a causa, se elegeu para a câmara dos deputado e ajudou na fundação do Partido Socialista Italiano.

Carlos Cafiero, em 1882, convocou os anarquistas para uma entrada em massa na social-democracia. O proletariado italiano passou a apoiar o socialismo parlamentar, reduzindo os anarquistas à minoria. Estes, sobreviveram graças às atividades incessáveis de Saverio Merlino e Malatesta. Como em toda Europa, no começo do século a Itália sofreu o renascimento das ações libertárias com o anarco-sindicalismo.

Escrito por Ana Paula às 10h11 AM
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Anarquismo na França

Uma das figuras mais importantes do anaquismo na França foi Koenigsten, porém sua importância não esta ligada às bombas que produziu e sim à sua morte. Mas, ele não foi o pai do "terror anarquista" . Foi nesta mesma França que os discípulos de Proudhon realizaram a primeira Internacional; onde se desenvolveu primeiramente o anarco-sindicalismo; o individualismo anarquista e onde o terrorismo chegou às mais sinistras proporções. Foi lá também que os poeta, escritores e pintores se influenciaram pela doutrina anárquica no glorioso fim de século.

Na metade do século passado se desenvolveram na França várias correntes anarquistas. Entre essas, estão a de Ernest Coeurderoy, caracterizada pelo abuso da violência e a de Joseph Déjacque ( um dos precursores da "propaganda pela ação").

Mas, até o final de 1870, o que prevaleceu na França foi a doutrina mutualista. Esta, perdeu a sua influência para as idéias coletivistas através destes Bakuninistas: Elisée Reclus, Benôite Malon, Albert Richard e outros.

É interessante notar que a comuna de Paris não foi nem anarquista e nem Marxista, mesclando-se com todas as correntes políticas de sua época. Com sua queda em 1871 a Internacional dos anarquistas foi considerada subversiva, tendo que se tornar clandestina, o que provocou o exílio de todos os libertários o ano de 1879 ( um pouco depois da unificação de diversos grupos) foi o da anistia aos participantes da Comuna, houve a reestruturação das diversas correntes politicas e o conseqüente aumento das divergências.

Em 1881, um movimento explicitamente anárquico começou a se difundir e propagar na França. O prestigio do anarquismo na época foi causado mais pela grandeza dos intelectuais adeptos a ele do que aos seus atos. De 1881 a 1894 o povo francês sofreu na pele a violência politica que unificou uma pequena minoria dos anarquistas mas casou muito tumulto e agitação. Esta violência é creditada à influencia de um sinistro delegado, Louis Andrielx, e de um agente belga, Égdi Spilleux.

Na primavera de 1884, houve o primeiro atentado anarquista: um jardineiro, Louis Chavés, matou a madre superiora que o hospedara em um convento. Uma pequena organização chamada Banda Negra executou em Montceu-les-Mines, uma série de atos anti religiosos: incêndios em capelas, escolas e vilarejos. Eles foram presos mas nada se provo contra eles. Isto fez com que o governo francês, em 1883, promovesse em Lyon o famoso processo contra 65 libertários.

No mesmo ano, Louis Michel e Emile Pouget lideraram mais ou menos 500 manifestantes contra as ações ilegais do governo contra os anarquistas. Apesar de terem sido presos os dois e todos os condenados de Lyon receberam a anistia, devido à indignação da opinião pública.

Foi por conta de Ravachol que mais uma fase violenta teve início: de 1892 à 1984 foram cometidos onze atentados à dinamite, que resultaram em nove mortos. O ministro residente da Sérvia sofreu um atentado e o presidente foi apunhalado e morto. O país inteiro estava amedrontado e os instrumentos de ação utilizados pelo governo acabaram com a imprensa libertária, processaram os líderes e dissolveram os grupos autônomos.

Em oposição à isto o comunismo-anárquico criou escolas libertárias e comunidades rurais anarquistas, que resistiram até a metade deste século.

Somente em 1920 os anarquistas tentaram se reunir, criando a União dos Anarquistas Franceses (UAF), o que reagrupou os diversos grupos previamente separados. Novas amarguras e divisões ainda estariam por vir, como o fascismo e o nazismo. Os russos exilados na França tentaram fundar uma Plataforma de Organização Geral dos Anarquistas. A UAF foi o palco dessas tentativas. Eles queriam basicamente unificar os anarco-sindicalistas, anarco-comunistas e os individualistas. De 1926 até os dias de hoje o anarquismo na França sofreu várias divisões que criaram siglas e mais siglas ou pequenos grupos. A principal manifestação moderna anarquista contra o poder autoritário foi a revolta estudantil em maio de 1968 e, em junho de 1977, em Toulon, o congresso reativou a FAF.

Escrito por Ana Paula às 10h10 AM
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Anarquismo na Rússia

Os estudiosos se interessam muito pelo anarquismo particularmente russo. Isto porque foi lá que o anarquismo surgiu no final de século XIX, se desenvolveu e organizou-se.

Desde muito cedo movimentos anarquistas já era esboçados naquela região, principalmente nas fronteiras onde estavam as maças de camponeses injustiçados.

Em 1875, por exemplo, três jovens entusiasmados com obras de escritores anarquistas iniciaram uma pequena conspiração contra o Czar, abusando de artifícios não aprovados pela doutrina anarquista. Assim, difundiram no distrito de Kieve a idéia de que o Czar reconhecia o direito dos camponeses, mas, seu exército não poderia fazer nada contra os poderosos nobres. Assim, convenceram o povo a organizar uma milícia revolucionária para desapropriar os nobres. Porém, em um descuido a policia do Czar descobriu esta milícia e prendeu centenas de camponeses inclusive os três jovens. Vários destes presos foram deportados para a Sibéria, enquanto os três fugiram da prisão.

No final deste mesmo século, o anarquismo sofreu uma tendência terrorista herdada de Nechaev. Alguns grupos não foram contra mas também não fizeram parte dos atentados terroristas que criaram o grupo Narodnaja Volja, responsável pelo assassinato do Czar Alexandre II. Isso desencadeou exílios e prisões e anos mais tarde formaram se os primeiros grupos declaradamente anarquistas na Rússia.

Em 1903, foram publicados vários jornais que, juntamente com greves, tumultos no campo demonstrações estudantis e descontentamento no exército, deu a estas manifestações um sentido de liberdade.

Mesmo assim, os próprios anarquistas não sabem se foram estas as causas da revolução de 1905. Outros fatores que com certeza influenciaram tal revolução foi o descontentamento popular, estouro de greves, camponeses incendiários e saqueadores, operários nas ruas e as derrotas sofridas ao Japão na guerra.

Nesta revolução, os anarquistas presentes eram realmente muito poucos. Há quem diga que o número não passou de duzentos.

Em 1906, os antarquistas se fortaleceram, instalando bases nas principais cidades russas. Um ano depois veio a grande reação governamental e o anarquismo perdeu a sua força.

Depois da Primeira Guerra Mundial, período em que o anarquismo sumiu quase que por inteiro os anarquistas se confundiram com todas as forças de esquerda que queriam transformar a Russia em uma república. Para isso foi preciso que todos os exilados voltasse para que o anarquismo russo retomasse o seu brilho.

No início, eles não queriam participar no governo bolchevique, mas alguns participaram ativamente. Rapidamente a grande maioria percebeu que este novo governo era uma ditadura contrária a todos os ideais de liberdade. Assim, o combate com o governo foi inevitável.

Em abril de 1919, na cidade de Jarkov, houve uma reunião de anarquistas de todas as tendências, fora os sindicalistas, numa conferencia mais tarde denominada Nabat ( que significa alerta ). Eles iniciaram com a campanha do "anarquismo único", sobre o comando do russo chamado Voline. Eles procuraram unir todos os ramos do anarquismo, criaram a Confederação de Organizações Anarquistas; opuseram-se a ditadura governamental mas concordavam os movimentos contra-revolucionários capitalistas eram o maior perigo para a revolução russa. Decidiram organizar e apoiar qualquer grupo de guerrilheiros que fosse contrário ao Exército Vermelho e estavam observando um grupo de guerrilheiros camponeses organizados sobre o comando de Nestor Machnó. Eles não apoiaram nenhum soviete ou sindicato ligados à partidos.

Escrito por Ana Paula às 10h09 AM
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Anarquismo no Brasil

O anarquismo no Brasil é algo especial- é favorável em alguns pontos e desfavorável em outros. Ele derivou principalmente da literatura e experiências socialistas européias.

Seu desenvolvimento, contudo, resultou da própria experiência brasileira embora a evolução de sua teoria e prática tenha mudado de maneira semelhante à do movimento anárquico europeu. O lado ruim é a baixa instrução das massas populares, aqueles que sabem ler são a minoria e os que sabem escrever são mais raros ainda.

O lado bom é que não há socialistas no Brasil, o único grupo que nos atiça é o dos carregadores e anexos do Rio, muito bem organizados em torno de bons advogados.

Edgar Rodrigues exalta que no Brasil, as primeiras experiências anarquistas foram antes mesmo da chegada dos imigrantes: nos quilombos. Lá, tudo era de todos, terras, produção agrícola e artesanal: cada um retirava o necessário.

Depois por volta de 1890, o sul do Brasil teve uma fracassada experiência anarquista, financiada pelo imperador.

No fim do século XIX, as aspirações anarquistas no Brasil ganharam vigor. A greve de 1917 foi comandada em sua maioria por anarquistas, a infinidade de jornais libertários da época inclusive atestaram a força e organização dos anarquistas do Brasil na época.

A primeira iniciativa dos anarquistas brasileiros foi tentar expandir o seu trabalho através do voluntarismo. Os primeiros jornais anarquistas e anarco-sindicalistas tentaram se sustentar apenas de contribuições, porém, os militantes eram poucos e não possuíam muitos recursos econômicos. Assim, poucos foram os jornais anarquistas que publicaram mais de cinco números, todos pediam exaustivamente contribuições em seus editoriais. A terra livre, o jornal melhor sucedido antes da primeira guerra mundial, só editou setenta e cinco números em cinco anos. O tempo passava e os anarquistas procuravam um suporte financeiro mais eficaz, passaram a vender assinaturas; usaram de recursos outrora considerados corruptos, como rifas e festas.

Estas últimas eram freqüentes, e seu êxito dependia muito mais das atrações sociais do que de sua dedicação ideológica.

As teorias e táticas do anarco-sindicalismo infiltraram se no Brasil através de livros do teóricos sindicalistas residentes na França. Como em todos países onde penetraram essas teorias difundiram se no Brasil através da imprensa, de panfletos, e das decisões dos congressos operários dominados por anarco-sindicalistas.

"A ação direta era a bandeira do sindicalismo revolucionário" . Cada ação direta, greves, boicotes, sabotagens, etc, era considerada um meio dos trabalhadores aprenderem a agir de uma maneira solidária na sua luta por melhores condições de trabalho, contra o seu inimigo comum, os capitalistas. Cada uma dessas ações diretas é uma batalha na qual o proletário conhece as necessidades da revolução por meio de sua própria experiência. Cada uma delas prepara o trabalhador para a ação final: a greve geral que destruirá o sistema capitalista.

Nestas ações, considerava violência algo aceitável, sendo justamente este o fato que distinguia o anarco-sindicalismo das outras formas de sindicalismo brasileiras. A sabotagem, eram considerada especialmente eficaz para o proletariado, se não pudessem entrar em greve, estes, poderiam agredir seus exploradores de outra forma, empregando a filosofia de que para um mau pagamento há um mau trabalho. A destruição de equipamentos tocaria no ponto fraco do sistema, pois as máquinas são mais difíceis de se substituir do que os trabalhadores.

Hoje em dia, ainda há no Rio e na Bahia jornais anarquistas, que publica a história do anarquismo e edita anarquistas brasileiro

Escrito por Ana Paula às 10h08 AM
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Um Guia d episodios pra vcs!! :P

. 01 - A garota que volta no tempo e o garoto lacrado.
. 02 - As pessoas atrás da Jóia de 4 almas.
. 03 - A volta através do poço come ossos
. 04 - Yiura de cabelos invertidos
. 05 - O temível Príncipe Sesshomaru.
. 06 - Tetsusaiga: O canino de aço destruidor
. 07 - O confronto: Sesshomaru vs. Tetsusaiga.
. 08 - O Senhor Feudal e o Yokai sapo de Tesskumo
. 09 - Entra em cena Shippou: Os irmãos Rinten e Manten.
. 10 - Confronto de espadas: Relâmpago vs. Tetsusaiga.
. 11 - A máscara da maldição que resçucita na época atual.
. 12 - Tatarimoke e o pequeno espírito mau.
. 13 - O segredo do primeiro dia: O Inuyasha de cabelos pretos.
. 14 - O roubo dos ossos sagrados da Kikyou.
. 15 - O renascimento da sacerdotisa Kikyou.
. 16 - O buraco do vento na mão esquerda: Miroku, o monge delinqüente.
. 17 - A tinta corrompida do pintor do inferno.
. 18 - A aliança de Naraku e Sesshomaru.
. 19 - Volte para sua verdadeira Era, Kagome.
. 20 - O enigma de Onigumo. O ladrão diabólico.
. 21 - Sobre a origem de Naraku. A alma de Kikyou. (Parte 1)
. 22 - Sobre a origem de Naraku. A Alma De Kikyou. (Parte 2)
. 23 - A Voz De Kagome e o beijo de Kikyou.
. 24 - Sango, a exterminadora de Yokais.
. 25 - Derrotando o plano de Naraku.
. 26 - O segredo da Jóia de 4 almas é finalmente revelado.

2ª temporada

. 27 - O lago da escuridão controlado pelo Deus da água
. 28 - Miroku, pego numa armadilha
. 29 - O sofrimento de Sango e a vida de Kohako
. 30 - Tetsusaiga é roubada! Confronto no castelo de Naraku
. 31 - Uma boa pessoa, solitário Jinenji
. 32 - Caídos no miasma, Kikyou e InuYasha
. 33 - Seqüestrada, Kikyou e Naraku
. 34 - Tetsusaiga e Tenseiga
. 35 - A grande espada escolhe seu verdadeiro mestre
. 36 - O seqüestro de Kagome! O youkai lobo super rápido Kouga
. 37 - O cara apaixonado por Kagome
. 38 - Inuyasha e Kagome percebem seus sentimentos quando estão separados
. 39 - Vida planejada e luta de morte
. 40 - A sedutora armadilha da usuária do vento Kagura
. 41 - A dança de Kagura e o espelho de Kanna
. 42 - O Kaze no Kizu* refletido
. 43 -Tetsusaiga é quebrada
. 44 - A espada do mal de Kaijinbou
. 45 - Sesshoumaru, balanço Toukijin
. 46 - Juuroumaru e Kageroumaru
. 47 - Os restos do coração de Onigumo em Naraku
. 48 - Eu quero voltar ao lugar que nos conhecemos
. 49 - A memória perdida de Kohaku
. 50 - A imagem que não se apaga do coração
. 51 - O triste coração de InuYasha
. 52 - Não posso parar! A verdadeira natureza do youkai

3ª temporada

. 53 - O velho inimigo do pai de InuYasha, Ryuukossei
. 54 - A melhor técnica da Tetsusaiga, o Bakuryuu
. 55 - A flor de pedra e o primeiro amor de Shippou
. 56 - A tentação da bela mulher na neblina
. 57 - Tudo o que aconteceu em uma noite no Éden - parte 1
. 58 - Tudo o que aconteceu em uma noite no Éden - parte 2
. 59 - A verdade de aprender das belas irmã
. 60 - A miko negra - a maldição dos 50 anos
. 61 - Kikyou aparece, a utilidade do Shikigami
. 62 - A cruel maldição de Tsubaki
. 63 - A jeito vermelho e branco da sacerdotisa
. 64 - O imenso youkai de Tahoutou
. 65 - Despedida, dias de juventude
. 66 - A Barreira de Naraku, A Decisão de Kagura.
. 67 - A devastação da traição do vento.
. 68 - O irritante desafio de Shippou.
. 69 - O terror do homem sem face.
. 70- A memoria restaurada de Onigumo.
. 71- A luta dos três caminhos para a morte.
. 72- O estranho treinamento de Toutousai.
. 73- Os sentimentos de uma mãe: A criança Shiori e Taigokomaru
. 74- A Tessaiga vermelha rompe dentro da barreira.
. 75- A conspiração dos Youkais Gatos
. 76- O Objetivo é Sesshoumaru e Inuyasha
. 77- O leopardo humano e as duas espadas de canino.
. 78- Sango: Somente você.

4ª temporada

. 79- O plano de Jaken para roubar a Tessaiga
. 80- Sesshoumaru e o sequestro de Rin
. 81- O mistério de Naraku finalmente é quebrado
. 82- A ligação entre o Presente e a Era Feudal
. 83- A garota Yorojok e a grande promessa
. 84- O acordo do casamento super veloz
. 85- A cidade do chefe dos demônios, cheia de espíritos malignos
. 86- O segredo do emblema da dama
. 87- A viagem silenciosa de Kikyou
. 88- Os três espíritos do Deus Macaco
. 89- As visitas e um confronto entre "Aquele cara" e "Ele"!
. 90- A confissão corajosa de Souta
. 91- O espirituralista misterioso e a Kirara negra
. 92- O desejo dos que foram ressuscitados
. 93- O enigma do errante monge enganador
. 94- O criador da Jóia de Quatro Almas, Zenben
. 95- Kouga e Sesshoumaru! Um perigoso encontro!
. 96- Pesadelo Real! A batalha na Floresta do Desespero
. 97- Sete anos depois: A lenta morte branca
. 98- A tribo de lobos é atacada por zumbis
. 99- Shichinin-tai: os ressuscitados
. 100- A armadilha de Mukotsu, o mestre dos venenos

5ª temporada

. 101- O terrível guerreiro de aço
. 102- Kagome, Miroku, Sango: uma situação desesperadora
. 103- A primeira vez que vi as lágrimas de Inu-Yasha
. 104- O segredo da aura não corrompida
. 105- Desvendando o mistério do Monte Hakurei
. 106- Surge o líder dos Shichinin-tai: Bankotsu
. 107- Acerto de contas: Banryuu contra Ferida do Vento
. 108- A barreira na Ilha Hijiri
. 109- O artefato sagrado e o segredo da múmia
. 110- A batalha solitária de Kouga
. 111- A luz negra engolida
. 112- A revelação da verdadeira face
. 113- O desaparecimento daquela pessoa em um rio de chamas
. 114- O coração do Monte Hakurei
. 115- Um Santo divino e malicioso
. 116- Adeus! Uma marcha fúnebre para Jakotsu
. 117- A batalha final! O último e mais forte dos Shichinin-tai
. 118- Poderosa Banryuu! O combate mortal dentro do Monte Hakurei
. 119- Naraku regenerado além da escuridão
. 120- Adeus, minha querida Kikyou
. 121- A escuridão no coração de Kagome
. 122- Transformar as mágoas do coração em coragem!
. 123- Não enche! O horror do youkai de pó
. 124- O youkai de pó e o conflito do festival escolar
. 125- Cho Kyukai e a noiva roubada

Escrito por Ana Paula às 10h03 AM
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Mais Um Pouco d Inu Yasha


Inuyasha
A Trama começa por meio de um mal-entendido entre Inuyasha e Kikyou, uma sacerdotisa(referida na aventura como “miko”, um tipo de devota encontrada em templos shintô que representa o poder ou desempenha, em alguns casos, as funções de um xamã, ou curandeiro) e a jóia conhecida como Shikon no Tama. Por alguma razão, Kikyou entendeu que o meio-demônio destruiu a aldeia dela e roubou a pedra, atingindo-o com uma flecha que o coloca para dormir por 50 anos. A própria sacerdotisa cai em sono profundo, mas, posteriormente, é despertada por uma criatura vencida por Inuyasha. Retornando para levar adiante seus interesses e continuar com a missão de proteger a misteriosa gema, Kikyou também pretende botar um fim no relacionamento (quase romântico) de Kagome e Inuyasha.

A História
A jovem Kagome é, simplesmente, uma adolescente normal para sua idade que ouve de seu avô uma história a respeito de uma árvore, uma estranha jóia e um poço mágico. Sem dar muita atenção a esses boatos logo de imediato, um dia ela resolve dar uma espiada no tal poço, que fica no templo onde mora. Porém, uma criatura parecida com uma centopéia (um youkai) aparece e a carrega para dentro do fosso. Finalmente, depois de conseguir se livrar da criatura, ela volta a superfície , só que o ambiente ao redor mudou muito, há uma grande árvore à sua frente e um belo jovem envolvido pelas raízes dela. Além disso, uma flecha está atravessada em seu peito. Logo, aldeões aparecem e a prendem quando tentava libertar a figura. Levada até a senhora Kaede, a Kagome é pedido que desculpe a confusão pois a menina se parece muito com a sua irmã, que faleceu há cinqüenta anos. O mesmo monstro que raptou Kagome aparece na vila e, ao morder a menina no estômago, arranca-lhe uma pequena esfera, Shikon no Tama. Vendo isso, o jovem preso na árvore pede para que ela o solte, mas Kaede não permite. Com o poder da Shikon no Tama, a centopéia cresce mais forte. Enfim, Inuyasha é solto por Kagome e corta o mostro. O meio-youkai ataca Kagome para obter a jóia, mas Kaede joga um rosário no pescoço dele e acalma seu espírito. A Shikon no Tama se parte em mil pedaços e, daí para a frente, os dois terão que se juntar para encontrá-los.
Antes de tudo, Inuyasha é uma história de amor com triângulo formado por Kagome, Kikyou e Inuyasha. Movidos pela paixão, os personagens fazem a história ocorrer (e funcionar) a maior parte do tempo. Mesmo dizendo que não sente mais nada por Inuyasha, Kikyou alimenta esperanças de voltar a se unir com ele, enquanto Kagome desperta no meio-youkai sentimentos que ele jamais pensou, que teria por alguém. O amor atravessando o tempo e afetando cada ação tomada, por mínima que seja, é ponto pacífico na trama desenvolvida por Rumiko Takahashi e, além disso, causa fundamental para a motivação dos personagens. Sem paixão, a narrativa não conseguiria progredir, mesmo que tivesse as mesmas cenas de ação (envolvendo youkais (demônios)e monstros), drama (a luta de Inuyasha com seu irmão mais velho, Sesshomaru) e o tom cômico (impresso por personagens como o monge Miroku, perguntando a cada moça que encontra se quer Ter um filho seu, ou o youkai pulga Myoga e sua preferência pelo sangue de garotas jovens e bonitas).

Escrito por Ana Paula às 09h53 AM
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Domingo , 23 de Janeiro


Escrito por Ana Paula às 08h08 PM
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Hahahaha eu sou a Kagome veja vc tb quem vc é!!!Mas pensandu bem s eu fosse ela ja tinha garrado o Inu Yasha e batido na kikyou....hehehe

Você é Kagome!!!
Que personagem (shoujo) de Inu Yasha eh voce?

brought to you by Quizilla

Escrito por Ana Paula às 08h00 PM
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ATENÇAO fans do Inu!!!

Para o filme do Inu yasha sair no cinema, ele deve estar em dia em tv aberta....significa que para os filmes de inu serem traduzidos e lançados nos cinemas do Brasil.....os episodios na TV aberta devem estar no ponto onde a historia se passa....ou seja..na globo como no episodio 26 inuyasha ja vai ser encerrado... os filmes nao sairao no cinema, pois a parte da historia em que o filme se passa nao passou na globo ainda..entao ficaria sem sentido para quem nao tem TV paga concordam? e por isso ficamos a criterio de o cartoon network resolver pedir uma licença para exibir os filmes do inuyasha.....e tem mais...e uma sacanagem..eu conferi o episodio 26..e nao vai fazer o menor sentido a saga de inuyasha! a joia nao foi completada,o inuyasha nem aprendeu a ferida do vento ainda.....entao..pra que a globo comprou inuyasha? de que vai adiantar? nada!
Peguei essa noticia no Inu Yasha´s Place!

Escrito por Ana Paula às 07h53 AM
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Sábado , 22 de Janeiro


Mais sobre essas criaturas facinantes...


SEXO ENTRE VAMPIROS

Para que possam reproduzir, seus instintos mandam que bebam o sangue do "parceiro" e que da mesma forma ele beba seu sangue. São assexuados (não possui sexo) portanto o sexo da pessoa em questão não importa.
Escolher entre macho ou fêmea para eles é como para vocês é escolher entre comer peixe ou frango. O seu extase em parte vem pelo fato de que estão bebendo o sangue de quem gostam muito. O extase do "parceiro" depende do feromônio (partículas que produzem cheiros e gostos característicos afetando a função cerebral) presente em seu sangue.
Saliento o fato de que o parceiro é ao mesmo tempo o filho, ou neófito como é mais popular entre eles. Da mesma forma, depois da metamorfose, continuam a praticar relações sexuais que se baseiam praticamente em um beber o sangue do outro, e vice-versa. Os órgãos sexuais humanos são inúteis para a reprodução ou prazer.

Também praticam sexo com outros vampiros que não sejam seus neófitos.
Isso porque os feromônios do sangue são como impressões digitais, distintas à cada vampiro, e faz com que um vampiro seja diferente do outro em termos sexuais. Os pontos heterógenos humanos as vezes se mantém, e caso a penetração seja sugerida, é aconselhável que nesse caso os vampiros sejam de sexo oposto, embora alguns vampiros menos ortodoxos fogem à essa regra.

O sexo entre dois vampiros pode se tornar perigoso as vezes e é praticado bem menos freqüentemente. Deve-se pensar duas vezes antes de proceder com a troca de sangue. Isso porque os feromônios foram biologicamente evoluídos para provocar vício de quem bebe em quem sede o sangue. É importante que o neófito se sinta atraído pelo mestre, pois será perto dele que aprenderá tudo que deve aprender como um vampiro. E se alguém bebe muito o sangue de outro, também se vicia nele, como se fosse seu neófito. É quase como o amor dos humanos, porém mais forte. Se o sangue for trocado muitas vezes, ambos se tornarão ligados por algo que denominamos "Laço de Sangue". É como se a vida do outro se tornasse mais importante que a sua própria.
As vezes, um vampiro obriga outro a beber seu sangue três ou quatro vezes para produzir escravos ou subordinados fiéis.
O sexo entre um vampiro e um humano também é possível. Os órgãos sexuais dos vampiros, mesmo que desinteressantes, são totalmente operantes. A ejaculação existe, porém é sangue puro e sangue vampiro, e poderia assustar um humano desavisado. Um humano pode até mesmo beber o sangue do vampiro, mas sem que o sangue do humano seja extraído posteriormente, não ocorre transformações. Porém, o sangue é energético e provoca algumas transformações dependendo dos hormônios que estão correndo no sangue do vampiro. O humano, mesmo que não tenha sido transformado, também se torna viciado no sangue do vampiro e depois de três ou quatro dozes irá querer mais. Isto é muito vantajoso para conseguirmos nossos servos para tomar conta de nós e/ou de nossos
negócios durante o dia.

Escrito por Ana Paula às 09h05 PM
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Vampiros

O Príncipe da Valáquia

Uma das histórias mais famosas da literatura sobre vampirismo é Drácula, de Bram Stoker, que influenciou, e ainda influencia, vários outros livros e filmes do gênero.
O romance tornou-se um sucesso desde sua primeira publicação em 1897, estendendo-se até os dias de hoje, sem nunca deixar de ser reeditado. Talvez o segredo do sucesso de Drácula esteja no fato de que, apesar de Bram Stoker Ter escrito uma ficção, pesquisou bastante para baseá-la em lendas já existentes e fatos históricos, dando a impressão de ser uma história verídica. Suas principais informações foram obtidas através de investigações no acervo do Museu Britânico, de Londres e de longas conversas com os amigos de vasta cultura e conhecimento.
Lendas sobre a existência de terríveis criaturas chupadoras de sangue já são mencionadas nas antigas literaturas egípcia e grega. A crença nestes seres deve ter nascido devido à percepção de que os moribundos enfraquecem com a perda de sangue. Assim, pessoas de pouca cultura devem ter concluído que beber sangue restaurava as forças ou, até mesmo, que o sangue dos vivos podia ressuscitar os mortos.
Mas a principal fonte para compor o mito sobre vampirismo em Drácula foram as crendices profundamente enraizadas da Romênia rural. Segundo a religião ali dominante, a da Igreja Ortodoxa Oriental, as pessoas que morriam excomungadas ou sob maldição eram transformadas em mortos-vivos (chamados de Moroi) até serem absolvidas pela Igreja.
Diziam ainda as lendas romenas que certas pessoas, como as crianças ilegítimas ou as não-batizadas, as bruxas e o sétimo filho de um sétimo filho, estavam condenadas a serem vampiros. Também acreditavam na existência de pássaros demoníacos, conhecidos como Strigoi, que só voavam de noite, ávidos por carne e sangue humanos.
Além de trazer a morte para a vítima atacada, os vampiros também eram considerados os causadores da peste, sendo desta maneira extremamente odiados e temidos.
Acreditava-se também que vampiros odiavam alho; assim os aldeões esfregavam o tempero em todas as portas e janelas para protegerem-se de possíveis ataques noturnos dos bebedores de sangue. Em algumas aldeias quem se recusa a comer alho torna-se suspeito de vampirismo, especialmente estranhos recém-chegados.
Mas a lenda mais curiosa está presente na figura do vampiro principal da obra, o Drácula. O personagem foi baseado no histórico Vlad Tepes, o príncipe tirano que reinou durante o século XV, na Valáquia, território montanhoso próximo à Transilvânia, conhecido por empalar cruelmente seus inimigos. Segundo o livro, o príncipe Vlad foi amaldiçoado após blasfemar contra Deus quando sua amada morreu, tornou-se um vampiro poderoso que, alimentando-se de sangue humano, pôde prolongar sua existência como uma criatura das trevas durante vários séculos.
Stoker escolheu a figura de Vlad Tepes para encarnar seu vampiro, pela forma que o príncipe entrou para a história. Ele ficou conhecido como Vlad, o Empalador. O empalamento é uma morte bastante cruel, o corpo da vítima é atravessado por uma grande estaca de madeira ou de ferro que se espeta no chão, deixando-a agonizar até a morte. Para aumentar o sofrimento, o príncipe mandava cegar as pontas das estacas.
Tudo indica que o verdadeiro Vlad era realmente cruel e sádico. Dizem as lendas que sentia prazer ao torturar seus inimigos e que fazia refeições tranqüilamente enquanto seus servos esquartejavam cadáveres. Existe a história de emissários da corte turca que ousaram conservar os turbantes na sua presença e o príncipe ordenou que lhes fossem pregados os crânios. Vlad também condenava pessoas do seu povo para serem castigadas. Elas podiam ser esfoladas, mutiladas, cozidas vivas ou mortas na fogueira.
Desta forma, mesmo sendo famoso e aclamado por toda a Europa cristã, devido ao seu sucesso na guerra contra os turcos, seu próprio povo, cansado das crueldades de seu tirano, forjou uma carta sugerindo que o príncipe desertaria para o lado do inimigo. Vlad foi preso e passou 12 anos no cárcere.
Na prisão fez amizade com os guardas, que, amavelmente, lhe forneciam ratos e outros pequenos animais com os quais se divertia empalando-os na cela.
Depois de solto voltou ao trono, sendo morto pouco depois em uma batalha contra os turcos.
Um detalhe interessante a cerca da história de Vlad, o Empalador, era que Drácula foi realmente seu apelido enquanto monarca. O nome era derivado do símbolo de sua família, o dragão (Dracul), Dracula significa filhote de Dragão. Mas, por coincidência, igualmente pode significar Demônio.
Outro fato curioso a respeito da história de Vlad foi a sua semelhança física com seu pai. Como o rapaz fora capturado pelos turcos na infância e mantido refém até a morte de seu pai, o povo cheio de crendices sobrenaturais, acreditava que o filho ainda era o pai, atribuindo-lhe a imortalidade.
Com todas estas histórias e lendas sobre o príncipe, Bram Stoker percebeu que Vlad era a personagem real perfeita para encarnar um vampiro e, através de sua obra, tornou-se o príncipe valaquiano realmente imortal.

A LENDA DOS VAMPIROS



As histórias acerca dos mortos-vivos datam desde as civilizações da Assíria e Babilônia. Registram-se casos de vampirismo na China, bem como em regiôes do norte da África. Na Grécia, assim como por todo mar Egeu, encontram-se lendas que falam de espectros, cujos cadáveres não podendo corromper-se no túmulo, voltam para o mundo dos mortais, passando a alimentar-se do sangue dos vivos. Estas criaturas são os Broncolaques, ou Vroncolaques.

O termo Vampiro é, segundo alguns estudiosos, relativamente novo, surgindo por volta do século XVIII. Sua origem parece ser eslava. Em sua forma vampir, é invariável nos idiomas húngaro, russo, theco, sérvio e búlgaro. São estes povos, os eslavos e balcânicos, que manifestam o maior número de lendas, sobre este terrível flagelo. Afirma-se que, desde o século X, circulam histórias de mortos vivos nesta região.

Seres deste tipo são encontrados na Turquia e países Árabes, sendo conhecidos como Gloles, na Europa são conhecidos como Vampiros.

A Terra dos Vampiros

A Europa Oriental é uma região misteriosa e complexa, tanto política como geograficamente. O termo Europa Oriental é recente e definia-se basicamente ppor um critério político, na medida em que abrangia os países do chamado "Socialismo Real" (Alemanha Oriental, Tchecoslováquia, Hungria, Romenia, Bulgária, Iuguslávia, Albânia e a parte européia da URSS), mais a Grécia e parte da Turquia.

Atualmente verifica-se várias mudanças nesta parte do planeta: a Alemanha Oriental não mais existe. A Tchecoslováquia dividiu-se em duas. A Iuguslávia dividiu-se em vários países e vive uma Guerra Civil. Com o fim da URSS, vários países também surgiram (Estônia, Letônia, Lituania, Bielo Rússia e Ucrânia.)

Mapa Europa

Principais regiões vampirescas da Europa Oriental:

Transilvânia: é a mais famosa região de vampirismo que se conhece. Pertencente à Romênia desde 1918, fez parte do antigo Império Austro-Húngaro.

Valáquia: outra região da Romênia. Antigo principado no sudoeste da Europa, criado no século XVIII. Esteve sob domínio turco de 1460 a 1859, ano em que unificou-se com a Moldávia para formar a Romênia. Faz fronteira com a Transilvânia.

Rutênia: Também conhecida com Ucrânia subcarpática. Antiga região da Thecoslováquia. Foi tomada pela Hungria em 1939. Em 1945, foi cedida a ex- URSS.

Eslováquia: Região da Thecoslováquia de 1918 até 1952, quando declarou-se independente.

Morávia: Antiga província da Thecoslováquia: Sua capital é Brno. Forma hoje com a Boêmia a República Theca.

Boêmia: Histórica região da Thecoslováquia.

Escrito por Ana Paula às 09h04 PM
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Pode dizer ele é lindo........hehehehe

Escrito por Ana Paula às 08h43 PM
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